segunda-feira, 16 de julho de 2007

Reveja suas atitudes

Veja algumas dicas simples de como você pode colaborar para não lançar muitos gases causadores do efeito estufa na atmosfera.

Ao comprar Carne:
Pergunte ao seu açougueiro ou ao supermercado que freqüenta de onde vem a carne que você compra. Cerca de 70% das áreas desmatadas são para abertura de novas pastagens. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa.

Madeira:
Procure sempre o selo FSC. O selo é a garantia de que a madeira foi retirada corretamente. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa. Quanto mais incentivamos o manejo sustentável, menores serão os incentivos para desmatar completamente determinadas áreas.

Transporte
Prefira o transporte público. Além de ser menos poluente, você evitará parte do estresse do dia-a-dia;
Use bicicleta ou caminhe sempre que possível. É saudável e você estará estará contribuindo para um planeta mais limpo;
Se não houver ciclovias, fale com seus representantes políticos para que as construam;
Para viagens curtas a trabalho ou de turismo, prefira o ônibus.
Carro
Faça sempre uma revisão. Além de evitar possíveis dores de cabeça, um carro que funciona corretamente consome menos combustível e menos gases causadores do efeito estufa;
Calibre bem os pneus do seu carro. Os pneus bem calibrados evitam um consumo excessivo de gasolina e dão mais segurança;
Ao comprar, dê preferência aos veículos flex e que sejam mais econômicos;
Se puder, abasteça com álcool e não com gasolina.

Em casa
Procure sempre comprar aparelhos eficientes em consumo de eletricidade;
Desligue as luzes dos ambientes não utilizados;
Retire das tomadas os aparelhos em stand-by (os que ficam com as luzinhas vermelhas acesas);
Instale painéis solares para aquecer a água. A longo prazo, você poupará energia e dinheiro;
Substitua as lâmpadas principais da casa por lâmpadas fluorescentes compactas, consomem 75% a menos que as convencionais;
Desligue o chuveiro quando estiver se ensaboando.

No trabalho
Verifique se as luzes estão desligadas ao sair;
Seja ativo: forme uma comissão para verificar como a empresa pode gastar menos energia;
Mantenha os aparelhos de ar condicionado a 25o C;
Verifique se os aparelhos de ar condicionado estão na sombra. Eles consomem 5% menos se não estiverem no sol.

Se cada um fizer sua parte e divulgar essas dicas, pode ser que consigamos reverter o assustador quadro em que o nosso planeta se encontra hoje.

MY SILENCE IS MY PROTEST

My silence is my protest
My speech is dryness
My voice no have sound
The my prefer fade out is interesting
The my revolt me badger
The cry me soften up.
The my walk is slow for that nobody me
[overrule
The my slowness give trouble to
Squeeze myself the footstep and quicken
The rush myself give trouble to
Truss me in ropes
Impassion myself at they
Then at me catch.
My ropes now are disguised code
Discover in the code the loved ropes
And in occult involve myself at code-ropes my
To the find my to find execut the code
And hang the mask and perceive the ropes
[ that lash men
And the my cry is silent
The my cry not ring out.
And the tear not take down to the ground
Which child get down the shame of the tear
Any me bring flowers
Other a of plastic petal
Now my voice is little
The my ligth is opaque
The my laugh is cry
The my poetry is flag
And my silence is protest.


04-11-2004

domingo, 15 de julho de 2007

Num espaço

Num espaço do tempo eterno,
Pude contemplar as paisagens do meu eu.
E ali nas linhas opacas do existir, fui eterno
Ainda que impregnado do cheiro da vida,
Se é vida, ainda que não plena, a morte me conduz
Ao eterno plano, soberano e tão perfeitamente
Belo...

Nos últimos tempos

Nos últimos tempos
Em que a existência sopra ventos de incertezas
À humanidade impregnada do nada
Só da opressão maldiabólica
E que no resto das crenças empoeiradas
O Nada
Me não sobejam
Não me restringem
Não me afeta, então , o caos...

sexta-feira, 13 de julho de 2007

A NOITE DA INSPIRAÇÃO QUE ME FALTAVA




Este calor que me desassossega
E põe-me a escrever à minha gente.
Peço licença pra não plagiar:
“Olha seu moço a boiada
Em busca do ribeirão...”
Olha, seu moço, cadê a boiada?
Onde era mesmo o ribeirão?
Somente a poeira cinza que arde os meus olhos
E “fico zangado sim”.
É o bagaço em meio a poeira vermelha
A poeira do nosso de-sertão,(sertão)
Será tão deserta, real desertão...
“Olha seu moço a boiada
Em busca do ribeirão...”
Olha, seu moço, não me diz nada.
Não me fale do cerrado serrado,
Nem da mata que o “doce” mata...
Este calor me sufoca, seu moço,
E esta cinza me traga.
“Olha seu moço a boiada
Em busca do ribeirão...”
Era a boiada de bois,
Era o Ribeirão dos Bois.
Cadê os bois da boiada!?
Cadê a água do ribeirão!?
Os bois moviam o engenho;
Agora o engenho consome os bois!!
“Olha seu moço a boiada
Em busca do ribeirão...”
Olhe seu moço, o poço da vida estancada
E ao regaço o bagaço corrói.
E a vida não corre no leito,
E no peito, destila, destrói.
E na gota do doce que embriaga
Vejo a praga no corte que dói.
Olha seu moço a garapa
Que escorre no ribeirão...
Corre viscoso o vinho-aço
E vejo a poeira no laço,
Mas água não vejo não, pois,
“Olha seu moço a boiada
Em busca do ribeirão...”
E era uma boiada de ouro;
E era um Ribeirão dos Bois.


Petterson Cunha
24-09-2004

É tudo tão claro



É tudo tão claro. Como tudo é tão claro!
Recursos da melancolia humana.
Indivisíveis pensamentos que nos despem,
E o bastante sofrimento no lembrar,
São como chuva fina no espelho
Do lamento insistente do ego.
Renego. E tudo é tão claro.
Queremos a cura,o bálsamo de Gileade.
As ruas, as árvores no centro da avenida;
As feiras, também os sábados.
De alegres que são as paisagens juninas,
Cheguemos-nos ao nosso alvo.
Somos tão miseráveis! E não somos.
Representar é substituir o real.
Denomine-se embaixador!
Tudo é tão “santo” nos altares empoeirados.
A minha poesia é cúmplice, conivente
E o meu Cristo, que é real, é só pretexto.
Deixe-me ir a ver os pássaros
Talvez seja o melhor dos cultos:
Simples, solene e sem nenhum pretexto;
A ver com os meus olhos os jogos organizados in nomine Dei.
Fui crucificado e estou morto
E isso é tão claro como a aurora.
A morte que eu tive é mais vida
Do que a vida que ainda me resta...
Manjares do caos me oferecem e me cospem.
E tudo é tão claro como o sol do meio-dia.
Multiplica-se os credos à procura de um só Deus
Mas o único Deus não se encaixa em um só credo.
Crepúsculo ancoradouro dos homens,
A cruz inimiga dos prazeres humanos.
E tudo é tão claro...


1º/05/2004